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Sua história remonta há
muitos séculos, quando nos palácios pessoas se reuniam para
divertir o rei. As mulheres executavam danças com leques e fitas
compridas e os homens se fantasiavam de animais, tais como o
macaco, o dragão, o leão, entre outros.
O leão é tradicionalmente
considerado como uma criatura guardiã em muitas culturas
asiáticas. Ele é representado na tradição budista como a
montaria de Manjusri. A dança do leão é realizada em muitas
culturas asiáticas, incluindo China, Japão, Vietnã, Coréia,
Taiwan e Tailândia, entre outros, cada país possuindo seu estilo
e propósitos próprios.
A dança do leão é
especialmente popular na cultura chinesa, com uma história que
remonta a mais de mil anos. Existem vários estilos de dança do
leão, mas a mais popular são a nortista e a sulista.
Na época do império, ao norte
da China, utilizava-se o leão de Pequim, que era inteiramente
fechado dançado por dois homens que não eram vistos pelos que os
assistiam. O leão era curto, peludo, parecido com um cachorro
pequinês, que durante a apresentação brincava numa grande bola.
Já no sul da China, o leão
era diferente: mais comprido, o pano que separava o rabo da
cabeça era mais largo e os pés dos praticantes ficavam à vista.
A intenção já não era só divertimento, mas um exercício físicos
de resultados benéficos para a saúde. |